Nova Metrópole - Topo

Feministas tentam incendiar igreja em Dia da Mulher na Colômbia


 


Na tarde de 8 de março, um grupo de feministas tentou atear fogo na igreja de São Francisco de Assis durante os protestos organizados pelo Dia da Mulher, em Bogotá (Colômbia).

Em vídeos divulgados nas redes sociais e fotos compartilhadas pela Secretaria Distrital de Governo de Bogotá, é possível ver a porta principal do templo em chamas, pichações em suas paredes e entrada, e um grupo de mulheres com o rosto coberto gritando ofensas.

Durante o ataque uma das feministas jogou uma cruz de madeira no fogo.

Segundo a Secretaria Distrital de Governo de Bogotá “foi necessária a intervenção policial para controlar a tentativa de derrubar e incendiar a porta da igreja de São Francisco, e outros atos de vandalismo”.

A manifestação do Dia da Mulher em Bogotá ocorreu ao longo da avenida sétima, do Parque Nacional até a Praça de Bolívar.

Segundo Noticias Caracol, durante as manifestações as feministas também tentaram destruir alguns ônibus, locais públicos e o Palácio de Justiça. Além disso, quase atearam fogo a um local comercial

A prefeita de Bogotá, Claudia López, lamentou o ocorrido e denunciou os atos de violência por meio de sua conta no Twitter:

“Isso não é protesto nem reivindicação nem feminismo. Inaceitável que um dia dedicado a exaltar as lutas e conquistas das mulheres na história seja aproveitado por um grupo mínimo de mulheres violentas que acreditam que protestar é destruir”, expressou.

Ontem, no México, outro grupo de feministas atacou e profanou a igreja de São Cosme e São Damião, no centro de Oaxaca, durante protestos organizados para o Dia da Mulher.

As mulheres encapuzadas e armadas com paus arrombaram as portas do templo e entraram para pichar o interior, destruir vidros, janelas, bancos e um confessionário.

Uma imagem de São Judas Tadeu também foi destruída pelas feministas, enquanto um dos bancos foi danificado e jogado na rua.

As feministas também causaram danos à Catedral de Oaxaca e a prédios públicos e privados, como o Ministério da Saúde.


Fonte: ACI Digital



Postar um comentário

0 Comentários